URGE CONVOCAR O VENTO, URGE ABANAR, PARA QUE CAIAM OS RAMOS SECOS. URGE FERTILIZAR, PARA QUE NOVOS RAMOS EMERJAM DISPOSTOS A FECUNDAR OS FRUTOS DE QUE SE ALIMENTAM A VIDA E O EGO DA NOSSA CIDADE DE ALMEIRIM.
Sexta-feira, 15 de Junho de 2007
TASQUINHAS - ASAI NÃO OBRIGADO -
Entre o Portugal real, aquele em vive a populaça como eu, e o outro Portugal, o dos burocratas, dos autocratas, dos tecnocratas e das outras carraças parecidas, entre estes dois países a que damos indistintamente o nome Portugal, existe uma nova “raça” de criaturas, assim como que vindas de um planeta qualquer, outro que não a Terra e onde não existe nenhum país chamado Portugal.
 
Tudo isto a propósito da situação assaz caricata e aberrante que se está a passar com as nossas já tradicionais tasquinhas das Festas da Cidade que estão indubitavelmente condenadas se nada for feito para contrariar o propósito salazarento de certos legisladores depois secundados pelos tão “zelosos” agentes da ASAI.
 
Ignoramos de quem emanam as ordens que a estes senhores e senhoras são transmitidas, o que não ignoramos é que estas criaturas não conhecem o país real que é o nosso. Se assim não fosse deixavam-nos viver as nossas festas à nossa vontade e ficavam lá por Lisboa sem nos aborrecerem.
 
É que este pessoal da ASAI ou alguém acima deles, estão decididamente apostados em liquidar as nossas festas.
O Presidente Sousa Gomes tem estado pessoalmente empenhado em resolver a situação de séria ameaça que paira sobre a realização das tasquinhas. É de tal modo ridícula e extensa a lista de exigências que são feitas, que algumas associações já cancelaram a sua participação na na exploração da tasquinha que lhes havia sido respectivamente atribuída.
Como sabemos, as tasquinhas são para muitas das associações praticamente  a única forma de obterem alguns cobres com que fazem face às inúmeras despesas e ao trabalho meritório por muitas delas desenvolvido em prol da nossa terra.
 
Nós, os do país real, queremos a nossa festa, as nossas tasquinhas e os nossos petiscos, sem os quais, nem os espectáculos protagonizados pelos nossos artistas têm o mesmo brilho.
Os petiscos sempre fizeram parte da realidade das festas populares, seja aqui, em Lisboa, ou na mais recôndita aldeia deste país. Sempre assim foi, e a todas as festas sobrevivemos sem a tecnocrata protecção nem a autocrática "sabedoria" desses burocráticos mandriões.
 
Bem sabemos que eles só "querem afinal o nosso bem", mas nós dispensamos de bom grado essa "nobre"preocupação.
Mas eles, os tais senhores e senhoras da ASAI não desarmam.
Não desgrudam das festas, e corremos sérios riscos de serem eles a colher sob a forma de coimas mais do que os magros lucros que as tasquinhas possam dar às associações.
Por favor, esqueçam de uma vez que nós existimos, preocupem-se isso sim, com a saudinha de quem vos manda cá, deixem a nossa saúde em paz e sossego que nós passamos cá muito bem nas nossas festas sem vocês.
E digam aos vossos chefes por favor, que a preocupação que lhes agradecíamos do fundo do coração em matéria de saúde, era fazerem alguma coisa para que o Centro de Saúde da nossa cidade tivesse disponível uma oportunidade de sermos consultados sempre que disso necessitássemos, isso sim, era um trabalho de grande mérito.
Agora virem cá dar cabo das nossas festas sem nada nos perguntarem?
 
Meus senhores e minhas senhoras, até à data, julgamos nós, nunca ninguém morreu ou ficou sequer doente por comer e beber os petiscos confeccionados nas tasquinhas das festas da cidade, mas tais razões não vos tranquilizam, bem sabemos.
 
Bolas, são mesmo melgas.
 
É óbvio que reconhecemos mérito a algumas regras básicas de higiene, mas uma tasquinha não é um restaurante de primeira, nem de segunda e dura apenas meia dúzia de dias.
Só que no caso presente, e como a ASAI está agora na moda, é a loucura total, o tudo ou nada, o zelo por excesso, e como dizemos por cá, é o fim da macacada.
 
Para que conste, passamos a citar apenas algumas das toscas exigências que constam de uma lista infindável que temos em nosso poder no Orfeão e que respeitam ao famigerado "regulamento" para o funcionamento das tasquinhas.
Se o caso não fosse sério diríamos que, mais depressa morreríamos de riso ao ler a lista, do que por qualquer intoxicação alimentar com a comida servida nas nossas tasquinhas.
 
Passamos a citar relembrando que a lista completa vai muito para além desta “pequena amostra”.
 
- Usar barrete e bata branca
- Obter um exame médico (da exclusiva competência do médico de família de cada um)
- Obter formação junto de um veterinário
- Não usar aneis, nem brincos nem outras jóias.
- Não vender nada, (bolos, doces, etc.) que sejam por nós confeccionado e oferecidos à tasquinha. Tudo o que é vendido na tasquinha tem de ter a respectiva factura do fornecedor.
- A carne que esteja congelada não pode estar avulsa mas sim fechada dentro da embalagem  
  original do fornecedor, o que significa que apenas se pode vender carne embala.
- Os enchidos, tem de ser provenientes de um talho credenciado e comprados com factura. Se o talhante os quiser oferecer? Não há resposta.
- O Grelhador não pode estar em contacto com o público, mas sim num local reservado.
- Tem de haver água quente para lavar os utensílios. (esta entendemos)
- Não usar panos de nenhuma qualidade, apenas papel.
- Ter um balde para o lixo no interior da tasquinha que obedeça às seguintes características: Ser forrado por dentro com saco de plástico, ter tampa acionada por pedal, e etc, etc, etc.
 
Acho que é tempo de dizer basta a estes doutores e engenheiros. Temos de mostrar todos a nossa indignação a esta gente.
Já percebemos que eles abominam as festas e sobretudo os nossos hábitos e tradições, não gostam de festas, pior para eles, também não os chamámos cá, e falta cá não fazem.
Ou então venham, aprendam com o povo a divertir-se com as tradições da Região. Venham ver como recebemos bem nesta terra, à semelhança de outros nas suas respectivas festas e tasquinhas.
Nós sabemos muito bem tratar da nossa festa sem eles e com higiene quanto baste.
Queremos viver a nossa festa, comer e beber nas nossas tasquinhas, e quem sabe, terminar o serão comendo uma caralhota com chouriço ou uma boa bifana regada com uma cervejola fresquinha ou com um tinto ou branco de uma das adegas do Concelho.
 
ASAI, não obrigado!
 
P.S. As Festas da Cidade de Almeirim 2007 irão decorrer sob uma sombra negra que sobre elas paira. Temos todos o dever de fazer eco da nossa indignação.
 

sinto-me: portuga,
música: A mula da Coprativa acho que se é a mais indicada.

publicado por João Chamiço às 23:46
link do post | comentar | favorito
|

15 comentários:
De bardojuka a 16 de Junho de 2007 às 19:39
amigo,
tens toda a razão , seja ai em Almeirim , seja em qualquer parte do país, as festas tradicionais são especiais por isso, aquele cheiro da carne no carvão , sardinhada, doces tradicionais, aqueles filhos da mãe estão é a querer estragar tudo, temos de mostrar a nossa indignação, POR FAVOR NÃO DESTRUAM AS FESTAS TRADICIONAIS NO NOSSO PAÍS.
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

amigo, <BR>tens toda a razão , seja ai em Almeirim , seja em qualquer parte do país, as festas tradicionais são especiais por isso, aquele cheiro da carne no carvão , sardinhada, doces tradicionais, aqueles filhos da mãe estão é a querer estragar tudo, temos de mostrar a nossa indignação, POR FAVOR NÃO DESTRUAM AS FESTAS TRADICIONAIS NO NOSSO PAÍS. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>tou</A> contigo um abraço


De Barão da Tróia a 19 de Junho de 2007 às 09:39
Eu concordo que a ASAE, faça aquilo para que é paga, já basta o regabofe que durou anos, no entanto acho que deveria existir uma salvaguarda para situações como esta, das festas populares, curioso é que nas festas do Santo António de Lisboa os senhores da ASAE não mostraram o cenho, porquê? Então lá não existe falta de higiene? Aquilo é uma javardice pegada, então como é uns comem e outros não.
Boa semana


De João Chamiço a 26 de Junho de 2007 às 02:02
Olá amigo.
Felizmente imperou o bom senso. A ASAI easteve sempre por ali e os agentes chegaram até à fala com as pessoas de algumas tasquinhas. Também concordo em absoluto que tem de haver normas mínimas a respeitar nestas coisas. Porém como diz, parece que afinal as regras não são para todos. Já agora, seria muito útil que os srs. fiscais trouxessem ordens para visitarem também as superficies comerciais da cidade no passado sábado que era para aí sim, verem bem o que a malta mete para dentro do bucho. Havia no expositor da carne embalada pedaços que já tinham mudado de cor. Eram verdes. Eu vi. A gerência e os funcionários do talho é que não, e que eu saiba a ASAI esteve ausente. Preferiu as tasquinhas. Seria pelos petiscos variados que por lá havia e que felizmente foram confeccionados com carne que mantinha a sua cor original? Vá-se lá saber.


De Liliana a 26 de Agosto de 2007 às 16:34
Li o seu artigo e não posso deixar de concordar com algumas,poucas,das coisas que disse.
Tem razão quando diz que as tasquinhas são tradição e que por este andar acabam...Mas deixe-me que lhe diga que nem toda a gente partilha da sua opinião,muito pelo contrário!
Quantoa si não sei,mas eu não me sinto confortável a consumir nada nas tasquinhas pelos motivos que a ASAI decidiu alertar e quase encerrar as tasquinhas!FALTA DE HIGIENE!
Não deveria(na minha forma de ver,claro)pôr tanto em causa o trabalho da ASAI,
Quase todas as medidas,ou melhor,exgigências que a entidade fez fazem todo o sentido!
Além disso,não são todos doutores e engenheiros,há tambem muita gente como nós que gosta de se divertir(sem puxar dos galões),gostas das nossas festa(ao que me parece que não concorda),gente que apenas,e tal como muita gente da nossa terra(garanto-le!!),quer apenas poder fazer isso tudo,mas com higiene e com a certeza de que as normas são cumpridas!
Oxalá,que daqui para a fente,todas as festas,nãosó as nossas mas as de todo o País,sejam alvo da inspecção da ASAI,porque assim podemos ter a certeza que o que consumimos é de qualidade!



De João Chamiço a 27 de Agosto de 2007 às 16:16
Sinceramente grato pelo seu comentário, já que sou daqueles que entendem que é da discissão que nasce a luz, e é muitas vezes mais séra uma critica discordante do que outra que possa eventualmente basear-se apenas na simpatia de não se querer contrariar alguém. Reconheço que posso ter sido um pouco agreste no meu artigo, mas a verdade é que foi o reflexo de alguma raiva que senti no momento e que assumo totalmente. Bem sabe que é recorrente em Portugal fazerem-se leis que não têm em conta a realidade nacional. Dou-lhe um exemplo simples: Se for a uma repartição de Finanças perguntar qual é a forma legal de transportar ns sua viatura um saco de batatas que alguém lhe ofereça, ninguém assume a responsabilidade de lhe dar a resposta que pretende. Dizem-lhe talvez que, enfim, as autoridades usarão certamente de bom senso e nada lhe irá acontecer. Isto é apenas um pequeno exemplo, mas há-os aos milhares por aí.
Cumprimentos.


De cariocadelisboa a 19 de Setembro de 2007 às 22:53
Concordo consigo! Concordo com eles! O problema é que neste país é tudo ou nada. Tudo preso aquando da Casa Pia, ninguem lá dentro. Entre Rios, 53 foram-se, rio abaixo, ninguém foi responsabilizado, nem o Governo.
As tasquinhas, até nem são o problema, se cumprissem minimamente com algumas regras elementares, o que não acontecia. Mas eles, plenos de todos os poderes, abusam.
Mas, repare neste ponto:
As estações de serviço, não sei as outras mas falarei da que conheço bem, M24 ( modelo continente) na A28, Vila do conde, quando o cliente, utente ou o que quiserem chamar, pretende ir aliviar a bexiga tem de pedir a chave. assim é-lhe entregue uma corda com uma chave numa ponta e um pedaço de madeira na outra . No local, aberta a portal, feita a necessidade, sacudido ou não, fecha-se novamente a porta e devolve-se a chave. Que de seguida poderá ser entregue a outro cidadão, no mesmo estado, em que foi recebida, húmida ou não de água (? )ou não(!!).
Quem faz o controle da chave, faz do cartão galp, dos visas, dinheiro etc, e, pasme-se, serve ao balcão e vai à cozinha( não sei o que fará lá.
Num restaurante perto, foi exigido, entre outras coisas, um detergente para desinfectar as mãos que tem de estar perto da caixa. - acho bem, se o usassem - mas, na M24, não vi esse detergente quando recebem a chave, pegam no nosso cartão, no copo, chávena, etc.
é tudo ou nada. O poder de uma M24 é diferente do de uma associaçãozita... Mas o que se pode esperar de um país onde centenas de autarcas estão reformados antes da idade e outros, doentes com cancro não têm direito à reforma? Que esperar de um país onde o Gaz, bem de primeirissima necessidade, é quase 70% mais caro do que em Espanha. O que esperar de um país que...
..........................................................................................
espaço para outros dizerem o que esperam, eu já não espero nada, ou, espero tudo.
Haja saúde!


De João Chamiço a 23 de Setembro de 2007 às 23:38
Obrigado pelo cometário. É o país que temos. Mas se não nos calarmos algum resultado há-de haver. Espero bem!


De outro a 17 de Outubro de 2007 às 23:40
Olá. Nos dias 19-20, 26-27 de Outubro e 02-03 de Novembro vai haver uma exposição de escultura, vídeo, design, fotografia, instalação e música na Taberna Toino da Cunha em Almeirim.

Mais info em:

http://expovariosaspectos.blogspot.com/
http://www.myspace.com/outrosaspectos

Divulga e aparece. Obrigado.


De Anónimo a 11 de Dezembro de 2007 às 18:51
SO DESEJO QUE A LEI NAO FIQUE SEGA E AS NORMAS IMPOSTAS PELA ASAI NAO DEIXEM DE SER CUMPRIDAS PRENCIPALMENTE EM PORTUGAL EU SOU PORTUGUESA E ESTO FARTA DE VER A MERDA QUE SE FAZ ERRADA SO PORQUE AS PESSOAS NAO QUEREM EVOLUIR .JA E TEMPO DE TERMOS A GARANTIA QUE NAO SE TEM GATO POR LEBRE.NA QUESTAO DOS PANOS ,JA VIU A MERDA QUE FICA SEMPRE A RODAR PARABENS SENHORES QUE GOSTAO DE VIVER NA LIMPEZA


De João Chamiço a 12 de Dezembro de 2007 às 02:39
Ficámos sem perceber se é anónimo se é anónima. O que ficámos a perceber e bem, é que o anónimo ou a anónima não percebeu nada. Depois diz que as pessoas não querem evoluir, ora, evoluir, pode e deve fazer-se respeitando as tradições. Um povo que perde as suas tradições deixa de saber de onde vem e para onde quer ir. Mas já agora, e com o devido respeito, lembrava ao sr . anónimo ou à sra anónima, que evoluir é também sabermos escrever, principalmente na nossa língua natal, o que não é o seu caso. Depois, o mínimo que se pede a quem aqui deixa comentários é que o faça educadamente e com linguagem decente. Aliás, faz também parte da evolução dos povos serem hoje mais educados do que ontem e amanhã mais do que hoje. Acho que no artigo acima nunca se apela ao desleixo nem à javardice . Apenas se critica aquilo que entendemos ser de criticar. Também já reconhecemos algum exagero nos nossos considerandos porque somos daqueles que aceitamos o debate e reconhecemos quando exageramos ou mesmo quando vimos a constatar que estamos errados. Porém, também sabemos manter o que escrevemos, já que neste país, e em muitos outros, infelizmente, as autoridades têm muitas vezes a mão ligeira para agir e estão-se borrifando para o país real.


De fogo_ardente a 13 de Abril de 2008 às 16:45
Que adianta estes blogs, se ninguem tem a corajem de tomar as redias da indignação, continuaremos a ser enrrabados , e o pior de tudo com o nossa autorização, ... e que tel menos conversa e mais acção... sigamos o exemplo dos professores e lutemos contra a ASAI, e se for preciso haver sangue que haja, pois pior do que estamos , so mesmo ter de pagar uma taxa pelo ar que respiramos...... Alguem com coragem e com meios , que comese o inicio de uma revolução , nao sei se estariamos melhor com o salazar, era filho da puta, mas mas era verdadeiro, , os de hoje são piores que ele e são falsos, se é que me faço entender


De João Chamiço a 13 de Abril de 2008 às 20:55
Que fique bem claro que sou absolutamente favorável à existência de uma autoridade deste tipo. Só que infelizmente, em Portugal, a única coisa que nunca se faz em (exagero é usar da seriedade. Já no que toca a procedimentos de fiscalização é sempre até cair no ridículo, que é o que a ASAE tem feito mas não só ela. Diz o sr . que, qualquer dia pagamos imposto sobre o ar que respiramos. Olhe, se não pagamos pelo que respiramos, já pagamos sobre o ar que alguns veículos tocam, já que, as portagens são de classe 1 ou de classe dois conforme a altura do veículo. Por isso não se admire se algum dia vier mesmo um imposto para se poder respirar. Ou então é concessionado a algum grupo privado que depois o vende, a preços "módicos" é claro.


De KI a 25 de Maio de 2008 às 20:41
Mensagem standard: A nossa poeta Maria João volta em breve, o pc encontra-se em reparações.

Obrigada pela atenção.


De Cadinho RoCo a 22 de Outubro de 2008 às 14:32
Enquanto estrangeiro sinto-me constrangido em comentar. Mas enquanto ser amante da liberdade e do que há de mais solene, que é a manifestação cultural regional, esteja ela onde estiver, faço aplauso a esta magnífica publicação de protesto e apreço amor às origens de um povo que merece e precisa ser respeitado sim.
Cadinho RoCo


De João Chamiço a 22 de Outubro de 2008 às 17:22
Amigo, não faça você mesmo a discriminação. aqui não há estrangeiros. Eu próprio já vivi noutro país e fiz a minha integração participando da vida e da cultura local. por isso, seja bem vindo aos meus blogs e comente à vontade, mesmo se alguma vez não estiver de acordo.

Um abraço, obrigado.


Comentar post

mais sobre mim
pesquisar
 
Junho 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


posts recentes

TASQUINHAS - ASAI NÃO OBR...

SUA EXCELÊNCIA O SR. PRES...

********* DIZER MAL **...

FUI PARA MARCAR CONSULTA

REGRAS SIMPLES DE BOA VIZ...

ZECA AFONSO, FAZ HOJE 20 ...

PARTICULARIDADES -DISSE E...

ORFEÃO DE ALMEIRIM

NO PRÓXIMO NATAL QUE HOUV...

arquivos

Junho 2007

Maio 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds